Intercâmbio, fazer ou não fazer?

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Hey, você ai, é, bem você que está em sua casa, acomodada(o), com  aquele emprego que não te faz feliz, com aquelas pessoas que não te acrescentam em nada, deixando os dias passaram como vento.

Acorda pra vida enquanto ainda é jovem, dá tempo! Ou você pensa em viver a vida em um país multicultural no qual a cultura da corrupção não é tão “multi” assim?  Continuar lendo

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Wanderlust.

Hoje acordei com sintomas de saudade!

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Saudade daquele sentimento que havia em mim quando estava chegando em uma nova cidade. Saudade de conhecer o novo, de ver diferentes tipos de casas pela janela do avião. Saudades de sair correndo para a fila do embarque pra conseguir uma janela (quando ainda não era selecionado aleatoriamente). De encontrar brasileiros em todos os cantos do mundo. Saudades das coincidências em viagens, daquela vez que conheci um brasileiro na Áustria e o reencontrei na Polônia, pegando o mesmo vôo. Saudades de se perder e nisso conhecer novos lindos lugares em cidades desconhecidas. Saudades de dividir indicações nos Hosteis com outros brasileiros. Saudades de chegar na cidade nova sem ter dormido nada e com um mapa em mãos andar pela cidade inteira. Saudade de arriscar lugares.

Sinto saudade de comer aquela batata Fritz na Bélgica, de ver aquela paisagem deslumbrante de cima de um dromedário no meio do deserto, de acordar mesmo depois de uma noite passando mal pra poder conhecer mais um pouquinho de Londres, de passar (ou posso dizer morrer de) frio em cima da Torre Eiffel, de tomar um Café pra esquentar, de morrer de calor no Leste e ter de dormir com as pernas mais altas pra desinchar, de tomar Magnum pra gelar, de ficar esperando o tempo passar em frente a Duomo de Milão, ou na estação de Veneza, dos Mc Donalds que salvam os viajantes, das chuvas que me ensoparam em dias de frio, saudade do suco do La Boqueria, de sentir a brisa da praia de Barceloneta, de uma boa Paella, das histórias, dos tombos, das festas, das bebedeiras, das brincadeiras com o grupo nas viagens, de preparar roteiro, dos quase furtos e das multas, de tudo que contribuiu para que houvesse história.

Saudade de ter novas histórias. E de Portugal, não é justo e nem possível sentir saudade apenas de uma ou duas coisas ou sensações…

E para descrever todas essas saudades, essa vontade de ter novas histórias, não há palavra melhor que essa:

Wanderlust, ou em português, “desejo de viajar”, é um termo que descreve um forte desejo de caminhar, de ir a qualquer lugar, em uma caminhada que possa levar ao desconhecido, a algo novo, de viajar.

E vocês, tem saudade de que??

Beijo, beijo.

Apenas uma reflexão de quarta-feira a tarde.

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De tempos em tempos fala se muito em fim do mundo, no ano 2000, 2012… e por ai vão as superstições, muitos acreditavam que os Maias estariam certos e viram essa crença ir embora.

Eu, particularmente, acho que sim, que o mundo ta acabando, mas não de um dia para outro como era suposto ser e sim ano após ano, desmatamento após desmatamento; ganância, poder e dinheiro valem mais que o VIVER bem.

Ter vivido fora do Brasil me fez refletir sobre o modo de viver pois lá é comum as pessoas utilizarem o salário do fim do mês pra viajar, conhecer cultura nova, crescer o ser. Diante de todas estas greves que estamos passando agora no Paraná e no Brasil, onde professores são tratados com menosprezo e até desprezo por alguns, é possível perceber que realmente, muitos brasileiros vivem pelo dinheiro e apenas isso! (revoltante)

Tudo é voltado ao dinheiro, a partir do momento que você poe o pé fora de casa você gasta dinheiro. Muitos não vivem e sim sobrevivem! Como seria diferente se mais pessoas fossem bondosas e re-tivessem aquela inocência de uma criança, focando a vida no ser e não tanto no ter, no fazer o bem sem olhar a quem.

Só acho que da maneira que está, onde a natureza é algo visto como algo muito valioso ($.$) (poucos ligam com o aquecimento solar que vem aumentando dia após dia) e o valor das pessoas que tem o papel de ensinar, de formar e construir bons cidadãos é muito baixo, a propensão ao decaimento está cada vez mais próxima.

Se a vida fosse pelo menos mais aproveitada e respeitada… creio que o futuro tinha uma possibilidade de ser um pouco melhor!

#Brunarevoltada! haha

A Arrogância segundo os Medíocres

Há algum tempo li um texto que acredito ter me feito pensar a respeito das diversas maneiras que as pessoas vivem hoje em dia, o salvei para quando a preguiça de escrever no Blog tivesse ido embora eu pudesse compartilhar aqui com vocês, então, vamos a ele!

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“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.

“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências  quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.

Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.

Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).

Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.

Não importa que ele pague R$ 30 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro de mais 15 anos e viaja durante um mês a cada dois anos para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.

Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.

Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!

Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.

O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:

1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.

2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.

3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))

4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.

Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, tachar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.

fonte: http://ansiamente.com/2012/05/a-arrogancia-segundo-os-mediocres/

E sempre existe um fim!

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Sabe quando lemos em certos lugares, tudo que é bom sempre acaba, nunca cremos realmente que irá acabar, ou, se chegamos a crer, nunca sabemos quando é que irá acabar, enfim, acaba! Sempre acaba!

Você chega a se perguntar, por que acabou? Era tão bom… Mas tudo que é muito bom não permanece muito bom por muito tempo, para isso há um fim. Há fim para tudo, para um romance, para uma viagem, para uma faculdade, até mesmo para a vida há! É a lei da vida! Acaba! Acaba porque tem que acabar, acaba por motivos injustos, acaba porque a vida separa, acaba por ter sido muito bom, ou por ter sido muito ruim, por sua vontade (ou não), entretanto o fim nem sempre é ruim, porque, como faz parte da lei da vida tudo acabar, também é lei da vida tudo começar, e é assim que o mundo gira, com fins e recomeços, fins que podem ser dolorosos (ou não), mas que são construtivos, recomeços estes que normalmente são melhores, são difíceis mas normalmente valem a pena. Recomeçar, reviver, viver e não apenas estar vivo, nós nunca sabemos quando a vida irá acabar!

Beijinhos!

Indicações

Oi oi pessoal, hoje é dia de Indicações, passou o fim de semana e eu vi vários filmes, entre eles gostei muuuito do…

Safe Haven:

Em português “Um porto seguro”, saiu dos cinemas a pouco tempo, é um romance, para quem gostou dos outros filmes baseados em livros do Nicholas Sparks e ainda não viu esse aproveite e veja, segue mais ou menos a mesma linha e é muito bom!

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Abaixo o Trailer do filme:

E a série da semana é uma que eu sou apaixonada e também já acabou!

Gossip Girl:

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Gossip Girl é uma série que abrangia a vida das meninas que viviam no Uper East Side, fofocas, brigas, namoros, escola, entre outros diversos dilemas, entre eles envolvimento com drogas, prisão e a “Gossip Girl” que faz fofocas sobre tudo o que acontece na vida dos Uper East Siders. Com o passar das temporadas a série vai amadurecendo, porém o modo como as personagens se vestem continua no mesmo nível, sempre ditando novas tendências, muito bem vestidas Serena e Blair serviram de inspiração para muita gente ao longo da série! E se você quer saber (sem spoilers) quem é e o que fez a “Gossip Girl” em todas as temporadas da série, assista toda a série!

Para quem não viu vale a pena conferir!

Um livro encantador!

Olá pessoal, hoje eu vim falar de um livro que um amigo meu me mostrou, é sério, estou apaixonada!

No Brasil o nome do livro é O Pequeno Príncipe, já aqui em Portugal, como vários outros livros tem um nome diferente, chama-se O Principezinho! (Para quem nunca leu, vale a pena, a história é lindíssima, inclusive para adultos!)

No entanto, o livro que ele me mostrou não era um livro comum ilustrado, mas sim um grande livro em Pop Up! E o que é um livro Pop Up? Um livro Pop Up é aquele livro em que as imagens ganham movimento, para vocês entenderem melhor deem uma olhadinha nesse vídeo abaixo, o livro é exatamente este que é mostrado no vídeo.

Estou encantada com este livro e morrendo de vontade de compra-lo, além de a história ser linda o livro é ainda mais encantador!

Onde eu encontrei?

Seção de Livros Infantis da FNAC, aqui em Braga (PT)

Espero que tenham gostado!

Beijinhos, Bruna.