O que você não pode deixar de fazer se… For até Braga.

Olá pessoal, tudo bem por ai? Passaram o feriado bem?

Primeiramente peço desculpas pela falta de atualizações aqui, mas sabe, feriado, cama… enfim, vocês já podem imaginar o que aconteceu por aqui, hahaha!

Bom, hoje o post vai ser sobre uma cidade em específico, o que você não deve deixar de fazer se você for até lá e nada melhor do que começar com a cidade que foi minha casa por dois anos!

Braga, Portugal!

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Para passar o tempo…

Heey Pessoal, tudo bem por ai??

Feriado de Carnaval para mim, que moro em uma cidade super pequena é sinônimo de cama, séries, filmes, comer e dormir e tenho certeza que não sou a única a ter essa programação nesse feriado! haha

Portanto, hoje resolvi indicar uma série que tenho assistido, não é uma série nova mas que conheci somente agora e que tem me deixado curiosa todas as semanas para que saia um novo episódio.

#Grimm 

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A Arrogância segundo os Medíocres

Há algum tempo li um texto que acredito ter me feito pensar a respeito das diversas maneiras que as pessoas vivem hoje em dia, o salvei para quando a preguiça de escrever no Blog tivesse ido embora eu pudesse compartilhar aqui com vocês, então, vamos a ele!

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“Adorei o seu sapato”, disse uma amiga para mim certa vez.

“Legal, né? Eu comprei em uma feira de artesanato na Colômbia, achei super legal também”, eu respondi, de fato empolgada porque eu também adorava o sapato. Foi o suficiente para causar reticências  quase visíveis nela e no namorado e, se não fosse chato demais, eles teriam dado uma risadinha e rolariam os olhos um para o outro, como quem diz “que metida”. Mas para meia-entendedora que sou, o “ah…” que ela respondeu bastou.

Incrível é que posso afirmar com toda convicção que, se tivesse comprado aquele sapato em um camelô da 25 de março, eu responderia com a mesma empolgação “Legal, né? Achei lá na 25!”. Só que aí sim eu teria uma reação positiva, porque comprar na 25 “pode”.

Experiências como essa fazem com que eu mantenha minhas viagens em 13 países, minha fluência em francês e meus conhecimentos sobre temas do meu interesse (linguística, mitologia, gastronomia etc) praticamente para mim mesma e, em doses homeopáticas, comente entre meu restrito círculo familiar e de amigos (aquele que a gente conta nos dedos das mãos).

Essa censura intelectual me deixa irritada. Isso porque a mediocridade faz com que muitos torçam o nariz para tudo aquilo que não conhecem, mas que socialmente é considerado algo de um nível de cultura e poder aquisitivo superior. E assim você vira um arrogante. Te repudiam pelo simples fato de você mencionar algo que tem uma tarja invisível de “coisa de gente fresca”.

Não importa que ele pague R$ 30 mil em um carro zero, enquanto você dirige um carro de mais 15 anos e viaja durante um mês a cada dois anos para o exterior gastando R$ 5 mil (dinheiro que você, que não quer um carro zero, juntou com o seu trabalho enquanto ele pagava parcelas de mil reais ao mês). Não importa que você conheça uma palavra em outra língua que expressa muito melhor o que você quer falar. Você não pode mencioná-la de jeito nenhum! Mas ele escreve errado o português, troca “c” por “ç”, “s” por “z” e tudo bem.

Não pode falar que não gosta de novela ou de Big Brother, senão você é chato. Não pode fazer referência a livro nenhum, ou falar que foi em um concerto de música clássica, ou você é esnobe. Não ouso sequer mencionar meus amigos estrangeiros, correndo o risco de apedrejamento.

Pagar R$200 em uma aula de francês não pode. Mas pagar mais em uma academia, sem problemas. Se eu como aspargos e queijo brie, sou “chique”. Mas se gasto os mesmos R$ 20 (que compra os dois ingredientes citados) em um lanche do Mc Donald’s, aí tudo bem. Se desembolso R$100 em uma roupa ou acessório que gosto muito, sou uma riquinha consumista. Mas gastar R$100 no salão de cabeleireiro do bairro pra ter alguém refazendo sua chapinha é considerado normal. Gastar de R$30 a R$50 em vinho (seco, ainda por cima) é um absurdo. Mas R$80 em um abadá, ou em cerveja ruim na balada, ou em uma festa open bar… Tranquilo!

Meu ponto é que as pessoas que mais exercem essa censura intelectual têm acesso às mesmas coisas que eu, mas escolhem outro estilo de vida. Que pode ser até mais caro do que o meu, mas que não tem a pecha de coisa de gente arrogante.

O dicionário Aulete define a palavra “arrogância” da seguinte forma:

1. Ação ou resultado de atribui a si mesmo prerrogativa(s), direito(s), qualidade(s) etc.

2. Qualidade de arrogante, de quem se pretende superior ou melhor e o manifesta em atitudes de desprezo aos outros, de empáfia, de insolência etc.

3. Atitude, comportamento prepotente de quem se considera superior em relação aos outros; INSOLÊNCIA: “…e atirou-lhe com arrogância o troco sobre o balcão.” (José de Alencar, A viuvinha))

4. Ação desrespeitosa, que revela empáfia, insolência, desrespeito: Suas arrogâncias ultrapassam todo limite.

Pois bem. Ser arrogante é, então, atribuir-se qualidades que fazem com que você se ache superior aos outros. Mas a grande questão é que em nenhum momento coloco que meus interesses por línguas estrangeiras, viagens, design, gastronomia e cultura alternativa são mais relevantes do que outros. Ou pior: que me fazem alguém melhor que os outros. São os outros que se colocam abaixo de mim por não ter os mesmos interesses, tachar esses interesses de “coisa de grã-fino” (sim, ainda usam esse termo) e achar que vivem em um universo dos “pobres legais”, ainda que tenham o mesmo salário que eu. E o pior é que vivem, mesmo: no universo da pobreza de espírito.

fonte: http://ansiamente.com/2012/05/a-arrogancia-segundo-os-mediocres/

#5 Coisas que você deveria saber sobre Paris!

Olá, olá pessoal!!

Hoje me peguei tendo boas lembranças de uma das viagens que fiz enquanto estava em Portugal, um dos lugares mais clichês que existem e que em minha opinião não é o melhor e mais lindo lugar do mundo mas sabe ter seu charme e encantamento, a cidade da luz, do amor, da fina culinária, de cenários de filmes diversos, enfim, Paris!

Então, fiz uma pequena lista do que eu acho que você precisa saber antes de ir a Paris. Continuar lendo

#365 Days Journal

Olá pessoaal!

Hoje vim aqui pra falar de um livro que me interessei muito quando vi em alguns Blogs. “Q&A a day – 365 Questions * 5 years * 1825 answers”

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É um livro lindo com capa dura, páginas douradas e estilo antigo que tem um objetivo muito cativante, já pensou você responder a uma mesma pergunta por 5 anos e ao longo dos anos poder ir comparando quanto você cresceu ou quanto você mudou de opinião e modo de pensar. O livro é inteiro em inglês mas as questões são bem tranquilas para entender! O tipo de pergunta que o livro faz são dos mais variados possíveis, desde “Descreva seu humor hoje” a “Qual seria um movimento artístico que te descreveria?”

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O meu eu encomendei pela Amazon.co.uk porque era mais perto de Portugal e quando encomendei ainda morava por lá, chegou certinho e na data limite, o valor foi de € 13,00, e se vocês forem comprá-lo pela internet fica em torno de R$ 40,00.

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“Eles sempre dizem: o tempo muda as coisas, mas na verdade você quem tem que mudar as coisas por si próprio”

-Andy Warhol

Vocês podem encontra-lo também no eBay e na Amazon dos EUA e ainda na Livraria Cultura!!

Comentem abaixo pra eu saber se vocês gostaraam!!

Beeijos!